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Assina esta petição da Amnistia Internacional contra os ataques com armas químicos na Síria

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Na Síria, civis continuam a ser alvo de ataques indiscriminados com recurso a armas químicas, proibidas pela lei internacional.
Exija a merecida justiça para a Síria!

A 04 de abril ocorreu mais um ataque na Síria, desta vez na cidade de Khan Sheikhoun, em Idlib, que matou mais de 70 pessoas, entre as quais pelo menos 11 crianças, e feriu centenas. Tanto as autoridades russas como as autoridades sírias dizem que não são responsáveis por este ataque.

Este é mais um ataque desumano, a somar a tantos outros que têm acontecido já em território Sírio, ao longo de mais de 6 anos de guerra, em que se cometeram vários crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Durante este tempo, já morreram centenas de milhares de pessoas e milhões abandonaram as suas cidades e o país, mas ainda ninguém foi responsabilizado por este conflito. As forças governamentais e outros grupos armados têm levado a cabo ataques com armas químicas contra civis e ainda ninguém foi levado perante a justiça.
É necessário e urgente que seja realizada uma investigação que responsabilize os perpetradores. É tempo de justiça e de reparações às vítimas e às suas famílias. É fundamental que os crimes de guerra e contra a humanidade não fiquem impunes.

A resolução aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas para a criação de um mecanismo de investigação independente na Síria deu um sinal de esperança na concretização da responsabilização pelos crimes cometidos no conflito no país. Esse mecanismo estará dotado da capacidade de recolher, reunir e analisar provas de crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos na Síria, com o objetivo de lançar investigações criminais e sustentar a acusação contra os suspeitos responsáveis, podendo abrir o caminho para a reposição e justiça de todos aqueles que foram afetados. Neste momento, o mecanismo aguarda o necessário financiamento para começar a funcionar.

Exija que as Nações Unidas implementem o seu mecanismo de investigação de crimes de guerra e que realizem todos os esforços para que os perpetradores sejam enfrentem a justiça. Ataques como este não podem ficar sem resposta sob pena de se voltarem a repetir.

Peça ao Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que seja feita justiça.

 

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08/04/2017
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