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IPSS acusada de vender alimentos do Banco Alimentar


Os suspeitos de liderar as supostas ilegalidades são a presidente, Ercília Picareta e o presidente da junta de Campolide, André Couto, que também é vice-presidente.

Tem o nome de Educação Popular e é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS). De acordo com a investigação do Ministério Público e pela Segurança Social, os crimes de crimes de falsificação de documentos, tráfico de influência e gestão danosa estão a ser investigados.

Em causa está o alegado pagamento de ajudas de custas de forma fraudulenta e pagar salários encapotados.

No entanto, há outra acusação que salta à vista, de acordo com o SOL e a TVI24: a alegada venda de alimentos doados pelos Portugueses nas campanhas de recolha do Banco Alimentar Contra a Fome.
Mais precisamente, doações feitas para crianças que são depois distribuídas pelas várias IPSS.

Os dois nomes indicados são os principais suspeitos de tudo isto tendo por isso realizado atos ilegais na instituição.
Os jornais dão como exemplo o facto de Ercília Picareta ser paga para liderar a associação, algo que a lei não permite. Por outro lado, André Couto recebe ajudas de custo como se estivesse a trabalhar em Portugal… mas, estando de férias no estrangeiro.

Se pretendes ajudar alguém, em vez do banco alimentar, procura olhar á tua volta no teu bairro, certamente encontras casos que podes ajudar diretamente.


05/07/2019
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