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Pai confessa que abusou sexualmente das duas filhas e juiz manda-o para casa


A situação está a deixar as redes sociais exaltadas tal é a tamanha brutalidade dos crimes cometidos.

Um homem de 60 anos confessou que tinha abusado das duas filhas. Uma delas tinha 12 anos, a outra tinha 13.

O residente nos Açores foi mandado para casa pelo juíz, onde as filhas poderiam estar.

Depois de ser ouvido pelo juíz de instrução, o homem foi libertado sem ter no entanto ficado proibido de falar com as menores. Em causa poderá estar a decisão da mãe de ter “prometido” sair de casa, após ter ficado chocada com as reações do marido.

O caso foi alvo de um comunicado do Departamento de Investigação Criminal dos Açores que dava conta que a PJ deteve “um indivíduo do sexo masculino, pela presumível prática de múltiplos crimes de abuso sexual de crianças, de que foram vítimas duas menores, irmãs entre si”.

O jornal Público apurou que “os abusos terão ocorrido há mais de quatro anos, durante uns meses, e que só foram denunciados recentemente porque uma das raparigas revelou o que aconteceu a uma profissional que a acompanha, tendo sido uma instituição de ensino a reportar o caso às autoridades. Foi já durante a investigação que se percebeu que a outra filha também tinha sido vítima dos abusos, que terão ocorrido com cada uma delas, de forma separada, no local de trabalho do pai. Até agora as raparigas, hoje perto de atingir a maioridade, não terão revelado o caso com medo de ameaças que lhe foram feitas pelo pai”.

O juiz-presidente da comarca dos Açores afrmou em declaração ao mesmo órgão de comunicação social que “Esclarece-se que em razão de os factos terem ocorrido há quase cinco anos, serem as menores, hoje, pré-adultas, ter o arguido cessado deste então, também de acordo com a versão das menores, a sua conduta e assumido os seus actos, entendeu o tribunal que não se verificava qualquer dos perigos que justificassem medida de coacção para além daquela aplicada”.

O próprio Miinstério Público também não pediu qualquer medida de afastamento das agora quase maiores da idade.


20/02/2020
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